Curiosidades sobre baratas, componente básico em qualquer caixa entomológica

Agronomia

 

Elas estão moídas no seu chocolate, sobrevivem a até um mês sem cabeça e comem seres humanos vivos

 

baratas

Conheça o nojento mundo dessa obra-prima da evolução:

Gênio do design
Conheça milímetro a milímetro o inseto highlander.

Casca dura
Para proteger o interior delicado, elas são revestidas por um casco duro de quitina. O formato achatado permite que elas suportem esmagamentos leves sem morrer.

Creme
A massa branca que sai quando você esmaga uma barata é gordura e protege os órgãos internos. Ela permite que o inseto fique dias sem comer.

Filhotes
A maioria das baratas guarda seus ovos em um recipiente chamado ooteca, que fica dentro do corpo. Algumas espécies seguram os filhotes dentro de si até estarem prontos para ir ao mundo; outras largam a ooteca em um lugar seguro para os ovos eclodirem sozinhos.

Antenada
Dotadas de pequenos pelinhos ultrassensíveis, as antenas das baratas captam odores e podem, dependendo da espécie, detectar a presença de água, álcool ou açúcar nas proximidades.

Fôlego
A barata respira por 20 aberturas laterais chamadas espiráculos, que levam o ar para o corpo todo. Assim, pode ficar horas sem oxigênio.

Radar
Esses espinhos no traseiro dão informações detalhadas sobre ameaças: percebem movimentos sutis do ar e captam informações sobre possíveis ameaças, como localização, tamanho e velocidade.

A barata dos vizinhos
São 5 mil espécies do inseto que vive na Terra há 325 milhões de anos. Eis as principais:

baratass tipos

Nome – Barata americana
Tamanho - 3 a 4 cm
Longevidade - 3 a 4 anos
Habitat - Ambientes escuros como sótãos, porões e esgoto.
Comuns no mundo todo, são maiores, e fazem voos curtos. É a espécie mais resistente: fica 90 dias sem comida e 40 sem água. Acredita-se que tenham vindo da África em navios negreiros.

Nome – Barata germânica
Tamanho - 1,2 a 1,6 cm
Longevidade - 1 ano
Habitat - Cozinhas e banheiros, despensa de alimentos, máquinas de café.
Elas têm asa, mas não voam e são as mais comuns nas cidades da América. Vivem até 45 dias sem comida e 14 sem água. Acredita-se que tenham ido para a Europa com os fenícios.

Nome – Barata de Madagascar
Tamanho - 5 a 9 cm
Longevidade - 2 a 5 anos
Habitat - No chão de florestas tropicais, principalmente Madagascar.
Esta espécie não é considerada uma praga urbana – na verdade, é até criadacomo bicho de estimação. São famosas pelo alto assobio que fazem quando se sentem ameaçadas.

 

Também vão pegar você
Poucos bichos são tão liberais quanto as baratas quando se trata de alimentação. Elas comem praticamente tudo. E isso inclui coisas bizarras como cola, fezes, papel, couro, outras baratas e cerveja azeda quente, que é seu alimento preferido. (A única coisa que odeiam é pepino – sabe-se lá por quê.) E elas também curtem comer seres humanos – vivos ou mortos. Sim, elas “mordem”gente viva (que está dormindo) – sempre nas extremidades: dedão e sola dos pés, unhas e palmas das mãos. Também há relatos de baratas que comem cílios. Elas não têm dentes, mas usam sua forte mandíbula para raspar as superfícies até deixar buracos doloridos. Também podem se alimentar de restos de comida, especialmente de leite seco na boca de bebês que estão dormindo. As crianças são mais suscetíveis por terem o sono mais pesado, mas adultos também não escapam. Se você é do tipo que curte tomar cerveja e comer salgadinho no sofá e acaba dormindo por lá mesmo, chegou a hora de repensar sua vida.

Boatos sobre baratas

 

Elas resistem a ataques nucleares
Mentira. O mito provavelmente surgiu na década de 1960, com o relato nunca confirmado de que baratas teriam sobrevivido às bombas de Hiroshima e Nagasaki. É verdade que, comparadas com não-insetos, elas são resistentes: por terem poucas células que se dividem lentamente, conseguem consertar alguns problemas causados pela radiação. Mas outros seres vivos são muito mais resistentes, como certas algas, musgos e bactérias. E até alguns insetos são mais fortes: enquanto a barata americana aguenta até 20 mil rads (unidade de radiação absorvida), o caruncho de madeira aguenta 48 mil, e a mosca-das-frutas, 64 mil. Uma bomba como a de Hiroshima tem 34 mil rads. Ou seja, elas não sobreviveriam.

Elas sobrevivem sem cabeça
Verdade. Baratas são sobreviventes. Além de conseguir ficar até um mês sem comer nada e semanas sem ingerir água, o inseto ainda é capaz de sobreviver por até outro mês sem a cabeça. É que suas principais estruturas vitais ficam espalhadas pelo abdômen (incluindo as que permitem a respiração) e, caso percam a cabeça (no sentido literal), um gânglio nervoso no tórax passa a coordenar os seus movimentos, permitindo que fujam das ameaças. Como o seu corpo tem um revestimento de células sensíveis à luz, ela ainda pode localizar e correr para as sombras a fim de se proteger. Mas, como todos, inevitavelmente um dia acaba morrendo.

Elas estão no chocolate
Verdade. Segundo a Food and Drugs Administration (FDA), o órgão que faz o controle dos alimentos e remédios nos EUA, uma barra de chocolate comum contém, em média, 8 resíduos de baratas. (Um pedaço de 100 gramas de chocolate tinha, em média, 60 resquícios de insetos variados em sua composição.) O inseto entra em contato com o doce ainda durante a colheita e armazenamento do cacau. E mais: pessoas que têm alergia ao chocolate podem, na verdade, ser alérgicas aos pedacinhos de baratas que ficam no doce. O inseto pode causar reações alérgicas em algumas pessoas, como coceira e cãibras, e cortar o chocolate da dieta é justamente um dos tratamentos recomendados a pessoas alérgicas.

 

Sexo explícito
Uma loucura. Observe aqui, de perto, o que só acontece atrás das paredes: o ritual de acasalamento da barata americana, a “voadora”. Ui.

1. Essa espécie pode produzir até 800 descendentes nos seus 4 anos de vida. A germânica, que vive 1 ano, gera até 20 mil

2. Veja a atitude sensual da fêmea: ela abaixa o abdômen, levanta as asas e libera feromônios. Se o macho topar, ela sobe nele.

3. Enquanto escala o macho, ela vai lambendo suas costas. Assim, ingere uma substância especial, produzida na corte.

4. O macho não perde tempo: vai tentar introduzir a genitália na fêmea por baixo, para iniciar a cópula.

5. Ligado pelas genitália, o macho se vira e assume posição oposta à parceira. É nesse momento que ela é fecundada.

 

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Extinção de civilizações – 5 passos largos para a morte de sociedades e culturas

 

Educação

 

Estamos prontos para esses 5 fatores? A história mostra que não.

 

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Uma cultura perdida, ficam as estátuas esculpidas pelos ancestrais da Ilha de Páscoa

Era um domingo de Páscoa, em 1722, quando o explorador holandês Jacob Roggeveen avistou de seu galeão um pedaço de terra perdido na vastidão do sul do oceano Pacífico. De longe, o lugar não era nada atrativo. Ao contrário da maioria das outras ilhas daquela parte do mundo, o terreno não tinha grandes árvores e a grama era tão seca que, a distância, parecia areia. Recebido por uma comitiva de nativos em canoas frágeis e cheias de remendos, Roggeveen resolveu desembarcar e surpreendeu-se com as gigantescas figuras de pedra, esculpidas na forma de rostos humanos, espalhadas ao longo do litoral. “Ficamos muito espantados, pois não compreendíamos como essas pessoas, que não dispunham de cordas fortes ou madeira adequada para construir máquinas, conseguiram erguer aquelas imagens com mais de 10 metros de altura”, escreveu em seu diário de bordo.

No interior da ilha, dentro da cratera de um vulcão extinto onde as estátuas costumavam ser esculpidas, o ambiente era fantasmagórico. As ferramentas utilizadas pelos escultores espalhadas pelo chão, estátuas inacabadas e outras deixadas para trás nas estradas que levavam ao litoral davam a impressão de que o lugar havia sido abandonado.

Quase 300 anos depois, o mesmo mistério que intrigava o capitão holandês ainda paira no pensamento de quem desembarca no aeroporto de Mataveri e depara com os enormes moais, as colossais estátuas de pedra que resistem há séculos na ilha de Páscoa. Entre esses visitantes está o biólogo americano Jared Diamond. Professor da faculdade de medicina da Universidade da Califórnia, Diamond é autor do livro Collapse, que investiga os motivos pelos quais as sociedades desaparecem. A trágica história dos construtores de moais se repetiu em diferentes épocas com civilizações pequenas ou grandes, poderosas ou minúsculas. E o que Diamond percebeu é que elas desapareceram por motivos semelhantes – na verdade, com apenas 5 fatores é possível explicar o desaparecimento de todas as civilizações da história. Até a civilização em que vivemos hoje – cheia de maravilhas tecnológicas e com dezenas de países interligados – poderia sofrer esse mesmo fim. Conheça esses perigos – e a história das sociedades que se expuseram a eles.

Destruindo o ambiente

A chave para entender o misterioso desaparecimento dos construtores de moais está em uma ilha muito diferente da terra infértil e desmatada que Roggeveen encontrou. Analisando o pólen conservado por milhares de anos no fundo de pântanos na ilha de Páscoa, cientistas descobriram que, quando os primeiros polinésios chegaram lá, provavelmente há cerca de 1 400 anos, encontraram um pequeno paraíso. Eram 166 quilômetros quadrados cobertos por uma densa floresta subtropical que crescia sobre o solo fértil de origem vulcânica do qual a ilha é formada. Entre a vasta vegetação nativa, a planta mais comum era uma espécie de palmeira alta e robusta que só existia ali. Além de ter uma madeira forte o bastante para a construção de embarcações e para ajudar a transportar os moais, a palmeira fornecia nozes para a alimentação dos moradores.

A riqueza da fauna também se refletia nas panelas da ilha. Carne de golfinho, de focas e de 25 tipos de pássaros selvagens compunham o banquete – tudo cozinhado no fogo da lenha retirada da floresta. Também, haja comida. Pelos cálculos da arqueóloga Jo Anne Van Tilburg, da Universidade da Califórnia, cerca de 25% dos alimentos produzidos na ilha eram consumidos na intensa produção e transporte de estátuas. Estima-se que eram necessárias até 500 pessoas, utilizando cordas e uma espécie de trenó feito de grandes toras de palmeiras, para arrastar os moais por 14 quilômetros até o litoral.

A partir do ano 1200, a produção de estátuas entrou num ritmo mais acelerado, que durou por cerca de 300 anos. Era preciso cada vez mais madeira, cordas e alimentos para sustentar a crescente disputa entre os clãs que dominavam a ilha, que competiam para ver quem erguia as maiores estátuas. A competição, no entanto, acabou sem vencedores. Pouco depois de 1400, a floresta já não existia e a última palmeira foi cortada, extinta juntamente com outras 21 espécies de plantas nativas. Com a floresta, foram-se as fibras que eram transformadas em cordas, utilizadas em conjunto com as toras no transporte dos moais. Sem troncos fortes para construir canoas resistentes, capazes de ir até alto-mar, a pesca diminuiu muito e a carne de golfinho virou raridade nas refeições. As colheitas também foram prejudicadas pelo desmatamento, já que não havia mais vegetação para proteger o solo da erosão causada pelos ventos e pela chuva. Com seu habitat devastado, todas as espécies de pássaros que voavam pela ilha foram finalmente extintas.

Sem ter o que comer, o número de habitantes foi reduzido a um décimo dos 20 mil que chegaram a viver na ilha no auge do culto aos moais. Os moradores, famintos, finalmente cederam ao canibalismo. Em vez de ossos de pássaros ou golfinhos, arqueólogos passaram a encontrar ossos humanos em escavações de moradias datadas desse período. Muitos deles foram quebrados para se extrair o tutano. Até hoje, um dos maiores insultos que se pode dizer a um inimigo na ilha da Páscoa é algo como “tenho a carne da sua mãe presa entre meus dentes”. Não sobrou madeira nem pra palito.

O nome do crime cometido pelos nativos da ilha de Páscoa é ecocídio. Explore demais os recursos naturais de uma área e ela estará sujeita a um desequilíbrio que pode levar ecossistemas inteiros ao desaparecimento. Como todo ser humano depende desses recursos, um ecocídio acaba levando ao fim de civilizações inteiras. Às vezes, nem é preciso muito esforço: a própria natureza cuida de mudar todo o ambiente.

Os Vikings não resistiram à era glacial, sendo expulsos pelos esquimós

Os Vikings não resistiram à era glacial, sendo expulsos pelos esquimós

Que o digam os vikings. No ano 982, eles estabeleceram uma de suas comunidades em um fiorde na Groenlândia. O clima ali não era tão extremo e o lugar tinha pastos onde criavam ovelhas, cabras e gado. Além disso, os vikings completavam a alimentação caçando focas e caribus e trocando mercadorias com o continente. Só que, por volta do ano 1400, o tempo fechou. Foi a chegada da “pequena era glacial”, uma mudança climática que esfriou o planeta por quase 500 anos. Os verões ficaram mais curtos, o que dificultou a criação de gado. As focas e os caribus fugiram para outras regiões. Enormes blocos de gelo atrapalharam a navegação e impediram o comércio com o continente. A única comida que sobrou foram os peixes, que os vikings não comiam por motivos religiosos. Já os esquimós, que habitavam a vizinhança, não tinham nenhum problema quanto aos frutos do mar e conseguiram se manter, para a infelicidade dos conquistadores nórdicos. É que as relações entre as duas tribos nunca foram das mais amigáveis, o que pode ser visto em um relato viking do século 15 sobre os vizinhos: “quando eles recebem uma punhalada superficial, ficam com uma ferida branca, que não sangra. Mas quando são feridos mortalmente, sangram sem parar”. Com a chegada do frio, os poucos nórdicos que restaram foram exterminados pelos esquimós.

Disputas entre homens

Guerras destruíram a cultura maia

Guerras destruíram a cultura maia

Não se pode culpar só a natureza pelo fim das civilizações. Como qualquer economista diria, crises comerciais podem ser tão destruidoras quanto a pior das catástrofes ambientais. Foi o que aconteceu, por exemplo, em outras duas ilhas do Pacífico Sul. Pitcairn possuía ótimas fontes de minério para a produção de ferramentas e Henderson, a 150 km dali, concentrava o maior número de pássaros da região. As 2 dependiam de uma terceira ilha, Mangareva, para conseguir árvores próprias para fazer canoas e ostras que eram transformadas em anzóis para pescaria. A partir de 1400, surgiu então uma intensa rota de comércio entre as 3 ilhas. Enquanto isso, a população de Mangareva aumentava à medida que a ilha prosperava. O problema é que o número de habitantes cresceu tanto que os recursos – antes abundantes – começaram a ficar escassos. As florestas foram derrubadas e o solo não resistiu e acabou erodindo. Os alimentos já não eram mais suficientes nem para os moradores de Mangareva, quanto mais para as exportações das quais dependiam os vizinhos de Pitcairn e Henderson. Mangareva entrou em guerra civil e as matérias-primas pararam de chegar às outras 2 ilhas, que se viram isoladas. Definharam até que o último habitante deixou cada uma delas ou morreu.

Você já deve ter percebido a esta hora que aquela história de que uma tragédia nunca vem sozinha faz sentido. Não contentes em sofrer com problemas naturais e comerciais, muitas sociedades acabam entrando em guerra pelos poucos recursos que sobram. E esse fator só acelera o colapso da civilização. Os maias, instalados na península de Yucatán, no México, eram uma das civilizações mais avançadas da América pré-colombiana. Tinham calendário e escrita próprios, desenvolveram conhecimentos relativamente sofisticados em arquitetura e astronomia, mas, mesmo assim, falharam em resolver os problemas que levaram sua civilização à ruína. Com uma população que ultrapassava os 5 milhões, plantações tomaram o lugar de florestas inteiras na tentativa de alimentar todo mundo. Mas a devastação resultou em erosão, empobrecimento do solo e aumento das secas. Mais gente e menos comida, no fim das contas. As constantes guerras se intensificaram e acabaram se tornando batalhas por terras e alimentos. Os reis maias preferiram se isolar a tentar resolver os problemas que dizimavam seus súditos. “Eles apenas foram os últimos a morrer de fome”, afirma Diamond.

Vamos sobreviver?

O estopim para que uma sociedade vire poeira está, para Diamond, na combinação destes 4 fatores: destruição do meio ambiente, alterações climáticas, crises nas relações comerciais e guerras. Só que é preciso um quinto fator – o mais importante de todos – para liquidar de vez um povo: a estupidez. Qualquer problema minúsculo pode acabar com um povo se ele for incapaz de se adaptar. Por outro lado, alguns povos atravessaram catástrofes terríveis e continuaram vivos por muitos séculos.

A grande preocupação de Diamond é que, hoje, as grandes potências estão incorrendo nesses erros – e, para piorar, não dão sinais de que vão se adaptar ou corrigir a situação tão cedo. Olhando em retrospectiva, fica claro que as sociedades antigas cometeram erros óbvios. Destruir a floresta da qual depende sua sobrevivência, como fizeram os polinésios da ilha de Páscoa, além de burrice, significa cometer suicídio. “Hoje temos mais de 6 bilhões de pessoas, equipadas com máquinas pesadas e energia nuclear, enquanto os nativos da ilha de Páscoa não passavam dos 20 mil habitantes com ferramentas de pedra e a força dos próprios músculos. Mesmo assim, eles conseguiram devastar o ambiente e levar sua sociedade ao colapso”, diz Diamond.

Segundo o biólogo, nossa maior vantagem é a possibilidade de aprender com os erros de nossos antepassados. “É uma questão de transformar conhecimento em ações concretas. Apesar de sabermos das conseqüências, não agimos o bastante”, diz Eric Neumayer, especialista em desenvolvimento sustentável da Escola de Economia de Londres, Reino Unido. Ele cita como exemplo o Protocolo de Kyoto, acordo internacional em que 141 nações se comprometem a reduzir a emissão de poluentes que contribuem para o aquecimento global. Mesmo sabendo das possíveis conseqüências de uma mudança climática, os EUA – os maiores responsáveis pela emissão de dióxido de carbono na atmosfera – preferiram não participar do tratado. “Não adianta se isolar. As partes ricas do mundo precisam descobrir como viver sem arruinar a atmosfera para o resto do planeta”, diz John Mutter, vice-diretor do Instituto Terra, da Universidade de Columbia, em Nova York. “Os países africanos, por exemplo, vão ficar mais pobres. Haverá mais conflitos e mais mortes. Se não fizermos nada, a situação não vai se estabilizar. Apenas vai ficar pior, pior e pior”, diz. Mas, na opinião dos cientistas, não há motivos para perder a esperança. “Nossas sociedades precisam produzir e consumir causando muito menos impacto ambiental do que hoje. Chegar lá não é fácil, mas é possível”, afirma Neumayer. Difícil mesmo é saber o que estava pensando o lenhador quando cortou a última palmeira da ilha de Páscoa. O que quer que fosse, tomara que não precisemos passar pela mesma experiência.

 

Fator 1 – Ecocídio

Caso: Ilha de Páscoa

O que é: Explorar os recursos naturais até que eles se esgotem.

Como foi: Os nativos da ilha de Páscoa tinham tanta madeira e outros materiais que se davam ao luxo de empregar grande parte de seus recursos na construção de estátuas gigantescas. No século 15, as últimas árvores foram derrubadas e, com elas, caiu a civilização.

Fator 2 – Crise mercantil

Caso: Ilhas do Pacífico Sul

O que é: Mudanças nas relações com parceiros comerciais.

Como foi: Isoladas no meio do Pacífico, as ilhas de Pitcairn e Henderson dependiam de outra ilha, Mangareva, no fornecimento de materiais para pesca. No século 14, um ecocídio em Mangareva acabou com o comércio e obrigou os nativos das 2 ilhotas vizinhas a mudarem para outro lugar.

Fator 3 – Guerras

Caso: Maias

O que é: Disputas internas ou com países vizinhos.

Como foi: Nos seus últimos períodos, a civilização Maia enfrentava um grave problema de seca, solo empobrecido e fome. Em vez de buscarresolvê-lo, a população começou a disputar os poucos alimentos que restavam, em verdadeiras batalhas.

Fator 4 – Mudanças no clima

Caso: Vikings na Groenlândia

O que é: Geadas, secas e outras catástrofes causadas pelo clima.

Como foi: Os vikings conseguiram prosperar durante séculos em terrenos da Groenlândia onde o clima era mais ameno. Uma “pequena era glacial”, no entanto, tornou o clima mais severo, diminuiu a comida, dificultou a navegação e permitiu que fossem expulsos dali pelos esquimós.

Fator 5 – Estupidez

Caso: Anasazi

O que é: Não saber lidar com problemas fatais quando eles aparecem.

Como foi: Os índios Anasazi, do sudoeste dos EUA, começaram a sofrer com as conseqüências de um desmatamento aliado a uma forte seca no século 12. Diante disso, a resposta da elite foi se isolar e continuar explorando a população pobre. Um dia, o povo entrou em colapso.

 

Para saber mais

Collapse – Jared Diamond, Viking Adult, EUA, 2005

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Pesquisa científica: dados podem levar a conclusões diversivficadas e errôneas

Agronomia

 

As linhas de pesquisa remetem a várias conclusões, podendo significar resultados não-verdadeiros

 

pesquisa cientificaEm 2003, um grupo de cientistas italianos (de onde mais?) constatou que comer pizza poderia prevenir alguns tipos de câncer do sistema digestivo. Para chegar a essa conclusão, examinaram 3 315 pessoas com a doença e as contrastaram com outros 5 mil indivíduos que não tinham câncer. Entre os saudáveis havia muito mais pessoas que comiam pizza do que no grupo dos doentes. De posse de dados tão conclusivos, publicaram os resultados no International Journal of Cancer. Quatro anos depois, um novo estudo, feito por cientistas chineses, constatou que uma dieta rica em proteína animal (que inclui a boa e velha mussarela das pizzas) aumenta em até 50% o risco de câncer no sistema digestivo. Para chegar a essa conclusão, pegaram 1 204 mulheres com o tumor e as compararam com 1 212 outras saudáveis. As saudáveis comiam menos proteína animal (ou seja, queijo) do que as doentes. Adivinhe o que fizeram então os chineses? De posse de dados tão conclusivos, publicaram os resultados no International Journal of Cancer. Mas e aí, aquela pizzada evita ou estimula o câncer? O que esses estudos nos dizem sobre o hábito de comer pizza?

Na realidade, os estudos não nos ensinam nada sobre pizza – mas muito sobre ciência. Quem acompanha com frequência o noticiário já percebeu que nem sempre dá para botar fé nos resultados científicos que pululam na mídia. Um dia, comer ovo protege o coração; no dia seguinte, aumenta o risco de enfarte. Aspirina uma hora ajuda a mitigar o mal de Alzheimer; na outra, não faz efeito. A ciência parece ter a inexplicável característica de conseguir provar qualquer coisa. Mas como isso pode acontecer?

Números e números
pesquisarApesar de tantos resultados contraditórios, é difícil calcular uma proporção de erros para pesquisas científicas. Uma das únicas tentativas feitas até hoje é um estudo da Universidade Tufts, de Boston, que afirma que mais de 50% dos resultados que nos são apresentados diariamente pelos cientistas estão errados. Para o autor do trabalho, John Ioannidis, até mesmo praticando a “boa ciência” (ou seja, baseada em premissas razoáveis e protocolos confiáveis), é possível obter um resultado que seja cientificamente defensável, mas absolutamente falso. E ele tem fortes motivos para acreditar nisso.

Fazer ciência significa elaborar uma hipótese e executar um experimento para sustentá-la. É aí que está o primeiro gancho: tudo que um cientista imaginar pode ser estudado. Para cada trabalho que comprova, vamos dizer…, que comer ameixa ajuda no funcionamento do intestino, pode haver dezenas de outros provando que ameixas previnem resfriados ou curam dores nas costas, por exemplo. “O problema básico é que há muito mais hipóteses falsas no mundo do que verdadeiras. Assim, se você testar todas as hipóteses que surgirem na sua cabeça, a maioria das que parecerem verdadeiras será na verdade falsa”, diz Alex Tabarrok, economista da Universidade George Mason, no Canadá.

Para testar esses milhões de hipóteses possíveis, os cientistas então se munem de amostras enormes para extrair resultados relevantes. “Amostras maiores são melhores. Mas nem sempre resolvem o problema”, afirma Tabarrok. É o caso dos estudos das pizzas. Cada um analisou milhares de pessoas – e ainda assim resultaram em conclusões opostas. Ocorre que, por melhores que sejam as amostras, às vezes elas tendem a confirmar hipóteses falsas. Segundo análises estatísticas, erros assim ocorrem em mais ou menos 5% dos casos. É algo parecido com o que acontece com as pesquisas de intenção de voto. Costumam acertar na mosca – mas nem sempre.

Não é difícil entender os perigos armados por correlações estatísticas. O método é arriscado para chegar a conclusões definitivas. Afinal, a correlação estatística (que analisa dois fatores distintos como “mais pizza/menos câncer”) pode ser explicada por alguma outra coisa que o estudo não considerou. Isso aconteceu em 2007, quando uma pesquisa da Universidade Harvard, nos EUA, relacionou o consumo de soja com infertilidade masculina. O dado deixou milhares de homens com medo de tofu, mas poucos prestaram atenção num detalhe. Os voluntários do estudo (que, aliás, eram somente 99) foram angariados numa clínica de reprodução. Ou seja, provavelmente já tinham problemas de fertilidade – independentemente do consumo de soja.

Ciência best seller
A coisa só piora quando os cientistas precisam justificar o financiamento às suas linhas de pesquisa. O que acontece, então, é que eles se concentram sempre nos mesmos tópicos quentes. É o caso do estudo das células-tronco ou de análises de risco de doenças com base na genética: são assuntos que estão na moda – e precisam lutar entre si por um espaço ao sol. É aí que entra o fantasma do hype, o gosto de revistas por publicar resultados bombásticos, mesmo que não sejam os mais precisos (ou você já viu uma pesquisa anunciando que algo não causa alguma doença?). Ultimamente, a situação ficou tão crítica que a Nature, revista científica mais prestigiada do planeta, estabeleceu um canal para pesquisadores apontarem se há algo hype nos artigos que andam publicando. Tanta preocupação se justifica. O estudo de Ioannidis, o que afirma que a maioria das pesquisas está errada, acompanhou 49 trabalhos que foram publicados nas mais importantes revistas científicas do mundo – e mostrou que um terço deles foi desmentido em poucos anos. Ou seja, tem gente publicando resultados bombásticos demais – o que é bom para os negócios e péssimo para a ciência.

O que também determina a publicação de uma pesquisa é o sistema de peer-review (“revisão por pares”), em que um trabalho só recebe a chancela de uma revista científica depois que outros cientistas julgam se tratar de boa ciência. Quem conhece bem esse sistema é o físico português João Magueijo, do Imperial College, de Londres. Ele tentou propor uma teoria em que a velocidade da luz não fosse constante – uma ideia que contrasta com a Teoria da Relatividade de Einstein. Resultado: todos seus artigos foram recusados. “Qualquer ideia muito nova tem um problema já no início”, diz Magueijo. Para ele, os grandes papas da ciência, que julgam os novos artigos, costumam rejeitar propostas diferentes do status quo porque passaram a vida se dedicando a noções consagradas. “Sim, existem problemas no peer-review”, diz Henry Gee, editor da Nature. “Mas, num todo, ainda funciona. Afinal, quem dá o parecer também é autor, e espera que seu próximo estudo seja tratado com justiça. Por isso, tenderá a ser justo.” Ainda assim, se não houvesse falhas, como explicar grandes fraudes, como a do sul-coreano Woo-suk Hwang, que em 2004 disse ter clonado humanos?

Eis que a ciência não é aquele conjunto de verdades que gostaríamos que fosse. No fim das contas, avanços são inegáveis. Mas, quando os cientistas estão ainda testando hipóteses, o processo é muito mais tor-tuoso do que se imagina. Só não podemos desprezar o valor da pesquisa. Até mesmo trabalhos pouco conclusivos são importantes. “Alguns dos resultados de baixa credibilidade podem levar a novos modos de pensar. Gostaria apenas que não tivéssemos vergonha de dizer ‘encontramos algo muito interessante, mas que tem apenas 1% de probabilidade de ser verdadeiro’”, diz Ioannidis. Aí, quem sabe, não teríamos de quebrar a cabeça para saber se o delicioso ovo da página anterior faz bem ou mal.

Os caminhos da ciência

Pegamos 3 hipóteses testadas sobre ovo que resultaram em conclusões bem diferentes. E tudo com base na ciência

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Química – Química Orgânica: Ligações σ e π

Agronomia

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Química – Introdução à Química Orgânica

Agronomia

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Química – Separação de Misturas

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Química – Misturas Homogêneas e Heterogêneas

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Química – Substâncias e Fenômenos

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Química – Diagramas de Mudança de Estado Físico

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Química – Introdução à Química e Mudanças de Estado Físico

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Mister M – 1ª temporada – Ep. 7 (em inglês)

Entretenimento

Episódios do especial da BBC, em inglês, 1ª temporada

 

mr mOs episódios originais de 1999, em português, são difíceis de achar mas, já que o importante é o truque em si e seu visual, confira:

 

 

Novos episódios em breve!

mister m

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Mister M – 1ª temporada – Ep. 03 (em inglês)

Entretenimento

Episódios do especial da BBC “Magic’s Biggest Secrets Finally Revealed – 1ª temporada, em inglês

 

mr mOs episódios originais de 1999, em português, são difíceis de achar mas, já que o importante é o truque em si e seu visual, confira:

 

 

Novos episódios em breve!

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Jogando Legend OnLine

Especiais

Fiz minha conta no Legend OnLine. Divirta-se você também!

 

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Conheci o jogo através de um aplicativo do Facebook, para o link da página. Minha profissão é a de Feiticeiro, a mais fraca porém a de maior estratégia e meu apelido é CarlosDionat. Abaixo trago alguns detalhes da mesma e, seguidamente, apresentarei outros posts relacionado com o jogo.

 

Feiticeiro – Dicas

1 – Atributos

O atributo mais importante para o mago é MAGIA, sempre deverá ser
o seu maior atributo. Geralmente seguido por Resistência. Defesa também
é muito importante visto que 2 das 3 classes usam ataques físicos, defesa
não pode ser ignorada.
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2 – Gemas

Magia -> Todos os seus equipamentos devem conter magia SEMPRE.
Defesa/Resistência/Vida -> Nos equipamentos épicos obviamente podemos ter as 3 gemas, porém quando o set não for épico teremos que tirar uma das 3. Ai depende muito da situação, no meu caso o server tem muito Arqueiro/Guerreiro e pouco mago, logo eu escolhi tirar resistência e focar Vida e Defesa, mas depende muito de cada caso.

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 – Cosmos

Você irá precisar de muito OURO para fazer os cosmos.
Como mago você não vai querer ir para build crítico, ao invés disso utilize o cosmo DEUS ARES.
Você NÃO será forte se não possuir bons cosmos, então invista nisso.
Vou ordenar os cosmos por ordem de importância.
1) Magia
2) Resistência ou Defesa
3) Defesa ou Resistência
4) Espírito do Deus ares
5) Sopro do Dragão
6) Olho da Morte/Bloqueio(O bloqueio vai combar muito bem quando pegar a medalha Grande Almirante ou Lorde Sagrado, então use apenas quando possuir esse título)
7) Espelho de Ilusão, Toque da Deusa, Coração Corrompido, Espírito Nulo

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4 – Purificação do Set

Outra forma importante de aumentar seus atributos é purificando bem os equipamentos.
Tente colocar primeiro pelo menos 2 atributos essenciais, nesse caso Inteligência e Magia em todos os equipamentos. Feito isso, passe a purificar buscando 3 atributos(Inteligência, Magia e Proteção) em todos os equipamentos. A purificação perfeita ficaria assim: Inteligência, Magia, Proteção, Defesa e Resistência/Físico.

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Importante: Você vai precisar de muitas pedras de purificação para conseguir uma boa purificação. Para isso faça a campanha CEMITÉRIO DOS DRAGÕES todos os dias e DECOMPONHA os equipamentos conseguidos nela.

5 – Fortalecimento do Set

Nem precisa de muita explicação, sempre fortaleça seu equipamento ao MÁXIMO!

6 – Montaria

Foque sempre INTELIGÊNCIA, deixando sempre Proteção e Físico razoavelmente upados.

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7 – Seminário

Priorize Magia, Defesa e Resistência, mas NUNCA ignore os atributos dos soldados. Você precisa que seus soldados aguentem o tranco para que você bata mais, pois quando eles morrerem você não vai aguentar muito tempo.

8 – Dom Natural

Pegue 1 level de Sobrevivente e 1 level de Fortificante. Após isso upe o seu selo o máximo que conseguir, você não quer ser stunado para sempre.

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9 – Apercepção

Você obviamente vai usar apercepção de MAGIA. Você vai usar demônio, e na descrição da apercepção diz que converte a MAGIA do seu soldado em MAGIA para o seu mago. Porém na realidade converte Magia OU Ataque do seu soldado em magia para o seu mago.

10 – Habilidades

Sua habilidade mais importante para pvp é Chamas de Fogo seguida de Meteoro. Use raio quando elas estiverem no CD.
Você como mago realmente vai precisar de dupla habilidade para poder fazer as Multiplayers do level 50+.
Se você não possui cash para colocar habilidade dupla, faça uma build hybrida, vou mostrar como:

Build AOE (Dano em área) – Level 56

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Build Full Cura (Multiplayer) – Nv 56

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Build Hybrida (Pra quem não tem habilidade dupla) – Nv 56

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Bom, se você seguir a risca esse tutorial certamente fará um bom mago. E lembre-se, nesse jogo tudo leva tempo(e um pouco de diamantes). Em breve postarei mais dicas e detalhes da minha guilda, a Guardians.Saudações e até a próxima!

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Mister M – 1ª temporada – Ep. 02

Entretenimento

Episódios do especial da BBC “Magic’s Biggest Secrets Finally Revealed – 1ª temporada, em inglês

 

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Mister M – 1ª temporada – Ep. 01(em inglês)

Especiais

Episódios do especial da BBC “Magic’s Biggest secrets Finally Revealed – 1ª temporada, em inglês

 

mr mOs episódios originais de 1999, em português, são difíceis de achar mas, já que o importante é o truque em si e seu visual, confira:

 

Novos episódios em breve!

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