Arroz de forno com carne moída à parmegiana

Receitas

 

arroz-de-forno-com-carne-moida-a-parmegiana

 

Tipo de Prato: Prato Principal

Tempo de Preparo: 1 hora

Rendimento: 6 porções

 

Ingredientes

  • 2 colheres (sopa) de azeite
  • 1 colher (sopa) de alho picado
  • 10 tomates picados grosseiramente
  • Sal e pimenta-do-reino a gosto
  • 1 cebola picada
  • 2 colheres (sopa) de óleo
  • 1kg de carne moída
  • 1 cenoura ralada
  • 1 xícara (chá) de ervilha congelada
  • 6 xícaras (chá) de arroz branco cozido
  • 4 xícaras (chá) de queijo mussarela ralado
  • 1/2 xícara (chá) de queijo parmesão ralado

 

Modo de preparo

  1. Em uma panela em fogo médio, aqueça o azeite e refogue rapidamente o alho.
  2. Adicione o tomate e refogue por 5 minutos. Espere esfriar e bata no liquidificador.
  3. Volte os tomates batidos para a panela em fogo baixo. Tempere com sal e cozinhe por 10 minutos.
  4. Em outra panela, frite a cebola no óleo e coloque a carne moída e refogue por 10 minutos ou até dourar.
  5. Misture a cenoura e a ervilha. Tempere com sal e pimenta e reserve.
  6. Divida o arroz em 3 partes e reserve.
  7. Em um refratário grande, coloque uma camada de arroz cubra com metade da carne, regue com 1/3 do molho de tomate e polvilhe com 1 xícara (chá) da mussarela. Repita a operação e cubra com o arroz restante.
  8. Espalhe o molho restante e polvilhe com a mussarela restante e com o parmesão.
  9. Leve ao forno alto, preaquecido, por 10 minutos ou até gratinar. Sirva em seguida.
Categorias: Prato Principal, Receitas | Tags: , , , , , | Deixe um comentário

Creme Chinês

Receitas

 

creme-chines

 

Tipo de Prato: Sobremesa

Tempo de Preparo: 30 minutos (mais o tempo de geladeira)

Rendimento: 4 porções

 

Ingredientes

  • 1 lata de leite condensado
  • 3 gemas
  • 2 latas de leite
  • 3 colheres de amido de milho
  • Gelatina de qualquer sabor
  • 1 creme de leite sem o soro
  • 7 colheres de açúcar

 

Modo de preparo

  1. Coloque em uma panela o leite condensado, as gemas, a maizena e o leite, em fogo baixo mexa até engrossar.
  2. Coloque em uma vasilha de vidro ou taças, preenchendo apenas 1/3 do recipiente.
  3. Prepare a gelatina normalmente e reserve.
  4. Bata as claras em neve, acrescente o creme de leite e o açúcar.
  5. Coloque a gelatina devagar sobre o primeiro creme frio.
  6. Coloque o último creme por cima.
  7. Leve para gelar até endurecer a gelatina e sirva.
Categorias: Receitas, Sobremesas | Tags: , , , , , , , | Deixe um comentário

Adventures-Texto: história, primeiros jogos e trajetória do formato

games

 

Compartilho com os amigos dados sobre os pioneiros do estilo “Jogos de Texto”

 

you_are_standing

Adventure” – você já deve ter ouvido falar desse tipo de jogo. Embora pouco popular na atualidade (embora surjam ocasionalmente alguns novos exemplares do estilo), nos anos 80 e 90 os adventures fizeram um imenso sucesso, principalmente nos computadores (o gênero sempre combinou mais com teclado e mouse do que com joysticks). Quando se fala emadventures, a maioria dos retrogamers pensa nos clássicos da Lucas Arts, como Maniac Mansion (1987), The Secret of Monkey Island (1990), Indiana Jones and the Fate of Atlantis (1993) e Sam & Max (1993). Outros títulos habitualmente lembrados são os jogos da série King’s Quest, da Sierra.

O que muita gente não sabe é que esses “velhos” games dos anos 90 e final dos anos 80 estavam muito longe de representar a origem do gênero adventure – pelo contrário, eles já estavam próximos do ápice evolutivo desse estilo de jogo. Na verdade, a história dosadventures começa no já bem distante ano de 1976, com um game chamado COLOSSAL CAVEADVENTURE.

Também conhecido como Colossal Cave, Adventure ou simplesmente ADVENT, o jogo foi programado por Will Crowther, que era um programador na empresa Bolt, Baranek & Newman, que desenvolveu a ARPANET. Desenvolvida em conjunto com o MIT e com o Departamento de Defesa norte-americano, a Arpanet foi a primeira grande rede de computadores da história, e representou a gênese daquilo que, duas décadas depois, viria a se tornar a rede global Internet.

Aparentemente, Crowther tinha algumas horas vagas na sua rotina de trabalho, pois em 1976 ele tirou um tempo para programar um joguinho num mainframe PDP-10 (mainframes são computadores enormes, de uso industrial, e nos anos 70 todos os computadores eram basicamente mainframes, pois ainda não existiam os microcomputadores domésticos). Crowther era um espeleólogo (explorador/escalador de cavernas) nas horas vagas, e resolveu criar uma aventura interativa, só com base em textos, que misturava exploração de cavernas com alguns elementos de fantasia.

A grande inspiração de Crowther foi a Mammoth Cave, uma gigantesca caverna que fica no Estado de Kentucky, nos EUA, e que tem a distinção de ser o mais extenso sistema de cavernas conhecido no mundo. Crowther havia visitado a Mammoth Cave alguns anos antes, e pelo jeito o lugar mexeu bastante com a sua imaginação.

pesar do pioneirismo da iniciativa, para Crowther a sua aventura-texto pelo jeito não passava de um hobby despretensioso, pois o programador simplesmente largou o projeto num canto e não o mostrou pra muita gente. E é aqui que entra a contribuição de um segundo maluco chamado Don Woods, hoje considerado o co-autor de Colossal Cave. Um ano depois de Crowther ter programado o game original, Woods descobriu os arquivos do game num computador na Universidade de Stanford, quando estava na faculdade, e então iniciou uma cruzada para conseguir contato com Crowther. Quando finalmente conseguiu, Woods teve a benção de Crowther para reprogramar o jogo, adicionando mais elementos de fantasia no estilo Senhor dos Anéis, a clássica saga literária de J.R.R Tolkien, da qual Woods era fã.

A primeira plataforma para a qual Woods desenvolveu essa versão “ampliada” de Colossal Cave foi para o mainframe PDP-10, o mesmo monstrengão de laboratório no qual Crowther criou o jogo originalmente. Ambas as versões foram escritas na linguagem de programação FORTRAN, mas as diferenças eram significativas. O jogo de Crowther tinha 700 linhas de código (e mais cerca de 700 linhas de dados), 79 locações no mapa total do jogo e um vocabulário de 193 palavras. A versão de Woods, por sua vez, tinha 3000 linhas de código, 1800 linhas de dados, 140 locações no mapa e um vocabulário de 293 palavras.

Jogar um game sem nenhum gráfico, baseado apenas em textos na tela, é coisa que pode soar como loucura para os jogadores de hoje, cercados pelo realismo fotográfico dos jogos de consoles como Xbox 360 e Playstation 3. Mas houve uma época em que essa exploração de mundos virtuais na imaginação do jogador parecia abrir possibilidades quase ilimitadas (e não custa lembrar que as pessoas já estavam mais ou menos acostumadas com essa ideia de “jogar com a imaginação”, pois os RPGs de mesa estilo Dungeons & Dragons já faziam algum sucesso na época).

Nos cinco anos seguintes, Colossal Cave ganhou a consagração em praticamente todo e qualquer microcomputador que apareceu no começo dos anos 80. Para você ter uma ideia, o Osborne 1 (considerado o primeiro microcomputador comercialmente bem sucedido, e descontinuado em 1983) já tinha uma versão de Colossal Cave. Da mesma forma, ZX Spectrum, Commodore 64, Apple II, MSX e PC – só para citar a esmo algumas plataformas – tiveram todos alguma (ou várias) versões de Colossal Cave. Várias dessas versões adicionavam números ao nome do jogo (Adventure II, Adventure 550, Adventure4+), sendo que tais números diziam respeito ao número máximo de pontos que era possível fazer em cada adaptação do jogo (o Colossal Cave de Crowther/Woods, ou seja, a segunda versão, é sinônimo de Adventure 350, pois era este o score máximo nessa versão). Versões posteriores de Colossal Cave passaram a adicionar gráficos ao jogo, mostrando uma visualização da descrição textual de cada ambiente ao longo da aventura.

colosso-adventure

Em 1986, a Level 9 lançou a trilogia Jewels of Darkness, que consistia em três adventures(com gráficos) diferentes, sendo que o primeiro episódio era uma versão expandida deColossal Cave. Esses games haviam sido lançados em separado alguns anos antes, mas então a Level 9 resolveu revisá-los, expandí-los e lançá-los novamente, na forma de uma trilogia. Jewels of Darkness foi lançado para Commodore 64, ZX Spectrum, MSX, PC (MS-DOS) eAmstrad CPC, entre outros micros da época.

Apesar do pionerismo de Colossal Cave, ele não foi o primeiro game do estilo a ser lançado comercialmente para microcomputadores domésticos. Essa honra acabou ficando com o extremamente bem-sucedido ADVENTURELAND, de 1978, criado por Scott Adams – que, a partir de então, se consagraria como um verdadeiro “Papa” do gênero aventura-texto.

Entre 1978 e 1984, Adams lançou mais 17 games do gênero, incluindo Mystery Fun House, The Count, Pirate Adventure, Voodoo Castle e muitos outros.

Da mesma forma que Colossal Cave, Adventureland era uma aventura desprovida de qualquer elemento gráfico, narrada na tela apenas através de texto, e a interação do jogador também era feita tão somente por meio de palavras e frases curtas. Do ponto de vista narrativo, Adventureland era bastante “chupado” de Colossal Cave, quase como se fosse uma conversão em menor escala. Já o pioneiro Colossal Cave iria se popularizar nos microcomputadores graças a adaptações domésticas como Adventure, lançado pela Microsoft em 1981.

Com a popularização de Colossal Cave e Adventureland, o estilo “text adventure” estava consagrado, tendo caído no gosto dos nerds de plantão (e, naquela época, ter um computador em casa já tornava o cara um nerd com pedigree). Numa época em que os gráficos que um computador podia gerar não eram mesmo grande coisa, as aventuras-texto mexeram com a imaginação dos jogadores.

Mas não demorou para alguns começarem a pensar que a brincadeira ficaria mais legal com o acréscimo de alguns elementos gráficos. A primeira iniciativa nesse sentido foi o clássico game Adventure (1979) do Atari 2600 (já devidamente resenhado aqui no Cemetery Games), que buscou representar a atmosfera de Colossal Cave na forma de uma aventura gráfica, controlada pelo joystick e não por meio de palavras. Estava criado o estilo “adventure de videogame“, cujo expoente máximo surgiria em 1986, na forma do megaclássico The Legend of Zelda do NES.

Mas o estilo adventure-texto dos computadores ainda tinha muita lenha para queimar. Excitados e embasbacados com Colossal Cave, em 1980 o casal de programadores Roberta eKen Williams terminou o jogo. Eles tentaram ir atrás de títulos similares, mas descobriram que haviam poucas opções no mercado. Então resolveram criar aquele que ficou celebrizado como sendo provavelmente o primeiro adventure-texto com gráficos: o célebre e histórico MYSTERY HOUSE, lançado para o Apple II.

Assim como em Colossal Cave, em Mystery House toda a interação do jogador com o ambiente era feita por meio de comandos de texto. A diferença é que, agora, a descrição dos cenários era complementada por gráficos bastante caprichados para a época.

A empresa dos dois programadores, On-Line Systems, viria pouco depois a se tornar a Sierra On-Line, e depois disso o resto é história!

Mystery House tinha, ainda, a distinção de ser provavelmente o primeiro adventure com temática de horror, com a trama girando em torno de um grupo de amigos que se aventura na exploração de uma sinistra e enorme mansão vitoriana abandonada (jogue esse game por cinco minutos e você entenderá rapidamente de onde a Lucas Arts tirou a inspiração para o clássico Maniac Mansion, anos depois).

 

Segue algumas imagens nostálgicas:

Este slideshow necessita de JavaScript.

Categorias: Anos 80, Games | Tags: , , , , , | Deixe um comentário

Cálculo I – Aula 38 – Propriedades da Integral

Capa Superior Cálculo 1

 

Propriedades da Integral

 

 

Dificuldade em Cálculo? Meu site te ajuda. Toda semana uma nova teleaula. Esse canal é excelente! Bons estudos!

Categorias: Agronomia, Cálculo, Cálculo 1A, Educação | Tags: , , , , , , , , | Deixe um comentário

Cálculo I – Aula 37 – Integração

Capa Superior Cálculo 1

 

Motivação Geométrica: Área – Parte 2:

 

 

Dificuldade em Cálculo? Meu site te ajuda. Toda semana uma nova teleaula. Esse canal é excelente! Bons estudos!

Categorias: Agronomia, Cálculo, Cálculo 1A, Educação | Tags: , , , , , , , , | Deixe um comentário

Logaritmos: conceito, propriedades e história

Capa Mat Médio

 

Eles estão presentes em nosso cotidiano, por mais que não conseguimos perceber. A partir de agora, falaremos sobre uma breve história dos Logaritmos

 

Os Logaritmos possuem diversas aplicações na Matemática, entre elas, na Matemática Financeira. Além disso, são utilizados em diversas áreas do conhecimento humano, como na Física, Química, Biologia, Geografia, entre outros.

Do grego, “logos” = razão, e “arithmos” = número, ou “número de razão” como disse John Napier, o Logaritmo de um número pode ser entendido de forma simplificada como sendo o expoente que uma dada base deve ter para produzir certa potência.
Os Logaritmos surgiram para realizar simplificações, uma vez que transformam multiplicações e divisões nas operações mais simples de soma e subtração, assim como transformam potenciação e radiciação em multiplicação e divisão, respectivamente.
 log-propriedades
Existem vestígios do surgimento dos Logaritmos na Antiguidade, desde que os babilônios construíram tabelas logarítmicas e que Arquimedes de Siracusa, ao se deparar com números grandes, elaborou citações que tiveram importância na elaboração de conceitos iniciais sobre Logaritmos.
Com a expansão comercial e a necessidade de aprimorar técnicas de navegação, fatos que marcaram os séculos XV e XVI, esses aspectos sociais exigiam métodos práticos e rápidos que facilitassem os cálculos. Com o surgimento do Logaritmo, deixou-se de fazer muitos cálculos com relações trigonométricas.
Além de sua importância nas navegações e no comércio, o Logaritmo também foi importante para calcular o acúmulo de riquezas e dos juros gerados pelas viagens marítimas e no desenvolvimento da Astronomia, com isso, facilitando o trabalho de diversos astrônomos como Tycho Brahe e Johannes Kepler. Na astronomia, em particular, já estava passando da hora para essa descoberta, pois, como afirmou Pierre Simon Laplace, a invenção dos Logaritmos “ao diminuir o trabalho, dobrou a vida dos astrônomos”.
Embora muitos matemáticos trabalharam com ele, John Napier é considerado o inventor dos Logaritmos. Sua primeira abordagem foi em 1614 num texto intitulado “Mirifici logarithmorum canonis descriptio” (Descrição da maravilhosa Lei dos Logaritmos). O trabalho contém uma tábua que dá os Logaritmos dos senos de ângulos para minutos sucessivos de arco. Esse trabalho despertou interesse imediato e amplo, e no ano seguinte da publicação, Henry Briggs, professor de Geometria do Gresham College de Londres e posteriormente professor de Oxford, viajou ao encontro de Napier para dar o tributo de seu reconhecimento ao grande inventor dos Logaritmos.
Para facilitar o trabalho de Napier, que muitas vezes utilizou bases inadequadas, Briggs propôs a ele a mudança dos Logaritmos para uma base decimal, ou seja, a utilização da potência de dez. Ambos concordaram que o Logaritmo de 1 fosse 0 (log1 = 0) e o Logaritmo de 10 (iniciando com log 10 = 1) fosse uma potência conveniente de 10, nascendo assim os Logaritmos Briggsianos ou Comuns, que são os Logaritmos que usamos hoje. Posteriormente, Napier e Briggs elaboraram uma tábua de Logaritmos, que é de extrema utilidade, mas com o avanço da tecnologia (com calculadoras e computadores) hoje não é muito utilizada, mas os estudos dos Logaritmos são caracterizados pela importância em diversas áreas do conhecimento humano.
 log-tabua
Apesar do desuso da Tábua de Logaritmos, a Função Logarítmica é utilizada nas variações Exponencial e Logarítmica, que são partes vitais da natureza e da análise. Então, um estudo das propriedades da Função Logarítmica e sua inversa, a Função Exponencial, permanecerá sempre uma parte importante do ensino da Matemática.
Recentemente, no século XX, Claude Elwood Shannon desenvolveu a “Teoria da Informação” utilizando Logaritmo, assumindo assim um papel fundamental constituindo uma ferramenta essencial no contexto da moderna tecnologia.
Categorias: Educação, Matemática | Tags: , , , , , , , | Deixe um comentário

Cálculo I – Aula 36 – Integração

Capa Superior Cálculo 1

 

Motivação Geométrica: Área – Parte 1:

 

 

Dificuldade em Cálculo? Meu site te ajuda. Toda semana uma nova teleaula. Esse canal é excelente! Bons estudos!

Categorias: Agronomia, Cálculo, Cálculo 1A, Educação | Tags: , , , , , , , , | Deixe um comentário

Fricassé de frango especial

Receitas

 

Fricassé de frango especial

 

Tipo de Prato: Prato Principal

Tempo de Preparo: 1 hora

Rendimento: 6 porções

 

Ingredientes

  • 500 g de peito de frango cozido e desfiado com os temperos a gosto
  • 1 cebola picada
  • 2 colheres de sopa de margarina
  • 2 colheres de sopa bem cheias de extrato de tomate
  • 1 lata de milho escorrida
  • 1 lata de creme de leite sem soro
  • 1 copo de requeijão cremoso
  • 1 1/2 xícara de leite
  • 1 cubo de caldo de galinha
  • sal a gosto
  • 2 colheres de sopa de amido de milho
  • 300 g de queijo mussarela fatiado
  • 1 pacote de batata palha

 

Modo de preparo

Frango:

  1. Cozinhe com água, alho, 1 cubo de caldo knorr de galinha, deixei a água secar totalmente, deixe o frango “pegar” um pouquinho na panela pra dar gosto
  2. Depois de frio, desfie

Creme:

  1. Leve o leite e o caldo Knorr no fogo até levantar fervura e dissolver o cubo
  2. Reserve
  3. No liquidificador coloque o milho, o creme de leite, o requeijão cremoso, o leite reservado, a maizena e bata bem
  4. Prove o Sal, se achar necessário coloque sal a gosto, bata de novo para misturar
  5. Reserve
  6. Em uma panela coloque a manteiga e a cebola picada e deixe dourar bem mas sem queimar
  7. Quando a cebola estiver dourada coloque o frango desfiado e acrescente o extrato de tomate, mexa e refogue o frango
  8. Acrescente o creme batido no liquidificador e mexa até engrossar, vai virar um creme grosso, quando estiver grosso e soltando do fundo da panela desligue o fogo pois está pronto

 

Montagem:

  1. Em um refratário coloque metade do creme do frango
  2. Depois espalhe por cima metade do queijo mussarela
  3. Coloque o restante do creme de frango, cubra com o resto do queijo mussarela
  4. Leve ao forno médio 180° até o queijo derreter e gratinar por cima (aproximadamente 20 minutos ou um pouco mais)
  5. Retire do forno e cubra com a batata palha
Categorias: Aves, Prato Principal, Receitas | Tags: , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Cálculo I – Aula 35 – Regra de L’Hôpital

Capa Superior Cálculo 1

 

Regra de L’Hôpital – Parte 4:

 

 

Dificuldade em Cálculo? Meu site te ajuda. Toda semana uma nova teleaula. Esse canal é excelente! Bons estudos!

Categorias: Agronomia, Cálculo, Cálculo 1A, Educação | Tags: , , , , , , , , | Deixe um comentário

Cálculo I – Aula 34 – Regra de L’Hôpital

Capa Superior Cálculo 1

Regra de L’Hôpital – Parte 3:

 

 

Dificuldade em Cálculo? Meu site te ajuda. Toda semana uma nova teleaula. Esse canal é excelente! Bons estudos!

Categorias: Agronomia, Cálculo, Cálculo 1A, Educação | Tags: , , , , , , , , | Deixe um comentário

Cálculo I – Aula 33 – Formas Indeterminadas e a Regra de L’Hôpital

Capa Superior Cálculo 1

Regra de L’Hôpital – Parte 2:

 

 

Dificuldade em Cálculo? Meu site te ajuda. Toda semana uma nova teleaula. Esse canal é excelente! Bons estudos!

Categorias: Agronomia, Cálculo, Cálculo 1A, Educação | Tags: , , , , , , , | Deixe um comentário

Cálculo I – Aula 32 – Formas Indeterminadas e a Regra de L’Hôpital

Capa Superior Cálculo 1

Regra de L’Hôpital – Parte 1:

 

 

Dificuldade em Cálculo? Meu site te ajuda. Toda semana uma nova teleaula. Esse canal é excelente! Bons estudos!

Categorias: Agronomia, Cálculo, Cálculo 1A, Educação | Tags: , , , , , , , | Deixe um comentário

Cálculo I – Aula 31 – Teorema do Valor Médio

Capa Superior Cálculo 1

Teorema do Valor Médio – Parte 2:

 

 

Dificuldade em Cálculo? Meu site te ajuda. Toda semana uma nova teleaula. Esse canal é excelente! Bons estudos!

Categorias: Agronomia, Cálculo, Cálculo 1A, Educação | Tags: , , , , , , , | Deixe um comentário

Cálculo I – Aula 30 – Teorema do Valor Médio

Capa Superior Cálculo 1

Teorema do Valor Médio – Parte 01:

 

 

Dificuldade em Cálculo? Meu site te ajuda. Toda semana uma nova teleaula. Esse canal é excelente! Bons estudos!

Categorias: Agronomia, Cálculo, Cálculo 1A, Educação | Tags: , , , , , , , | Deixe um comentário

Curso de Cálculo I – Aula 05: Limites com calculadora

cálculo 1A

 

Limites com calculadora

 

 

Quinta aula de Cálculo Diferencial e Integral, do canal Matemática Rio. Curso em aberto, portanto compartilharei conforme divulgação do professor Rafael. Bons estudos, gurizada!

Categorias: Agronomia, Cálculo, Cálculo 1A, Educação | Tags: , , , , , , | Deixe um comentário

Blog no WordPress.com.

%d blogueiros gostam disto: